25 de janeiro de 2011

BORBOLETAS NOTURNAS

Naquele arrebatamento
Livrou-se de toda contrição
Por gozar aquele momento
Estremecido no coração

Perturbava-lhe o vento
Vindo da conjunção
De planetas ao relento
Unidos pela devoção

Salpicadas no firmamento
Estrelas em condão
Cantavam no céu cinzento
Uma uníssona canção

Falando de cores, de pressentimento
De amores, de sofrimento
Mas foi música em vão
Seus ouvidos eram daquele folião

Dos sussurros peçonhentos
Veneno da paixão.

Morreu num orgasmo...

Um comentário:

  1. ei pc! mto bom o seu blog! grande poeta vc é! abraços

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